O uso de defensivos agrícolas na transformação digital do agro

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O uso de defensivos agrícolas é uma das preocupações dos próximos anos na agricultura. O mercado deve se voltar para discutir o tema que, segundo o agrônomo e professor da UFV Marcelo Picanço, tende a se unir à transformação digital para promover mais eficiência. “Meu pai, que nasceu no século 19, matou formiga com água quente, com produtos que não existem mais. Hoje, produtos têm custo maior, mas dão retorno e garantem produção maior”, conta o especialista em monitoramento, que vê nas ferramentas digitais um auxílio na tomada de decisões de forma sustentável. 

Na mesma linha de raciocínio, o fundador e CEO da Strider, Luiz Tangari, diz que o setor agrícolas tende a ter processos mais controlados e indicadores de qualidade e de execução para as atividades. “O que a gente vê no agro é o que a gente viu na indústria na década de 1970. Sistemas e ferramentas de suporte que vão dar mais previsibilidade, controle, aumentar regularidade e consegue ter resultado muito melhor, uso melhor e mais eficaz dos insumos”, antevê.

defensivos agrícolas

No momento atual, já há um movimento de manejo consciente e sustentável, de forma que os defensivos agrícolas são cada vez mais usados quando o talhão apresenta algum alerta. Fungicidas, herbicidas e inseticidas podem, então, andar lado a lado com o monitoramento digital, já que objetivo é tornar as aplicações precisas e localizadas. 

Quem trabalha na área de Crop Protection já consegue ver o valor dessa união de tecnologias. O representante técnico de vendas da Syngenta Luiz Antonio Mariot prevê um uso intensivo ferramentas de ponta para tornar o controle mais assertivo. “Vivemos num ambiente de constante mudança, com incidência de novas pragas, novas doenças. A tecnologia vem para agregar para o produtor rural e colher bons frutos no final da safra”, argumenta. 

Defensivos agrícolas + Digital

defensivos agrícolas

O Diretor de Marketing de Portfólios de Crop Protection da Syngenta, Juliano Assuiti, avalia a chegada da transformação digital do agro como positiva: “é uma ferramenta adicional para contribuir com a necessidade de aumento de produtividade e sustentabilidade”. O Brasil, com sua agricultura tropical, segundo ele, enfrenta inúmeros e crescentes desafios para o controle de ervas daninhas, doenças e pragas. “Todo dia, surge um novo desafio. Para o futuro, a resistência de ervas daninhas é uma grande preocupação, o controle de insetos sugadores também deve ser mais desafiador e, em doenças, principalmente na cultura da soja, as manchas foliares têm ganhado importância, particularmente no ambiente do cerrado”, explica. 

Nesse contexto, ele enxerga a inserção do digital como uma aliada no uso dos defensivos de forma precisa. “É mais uma ferramenta para direcionar o produto na hora certa, no talhão certo, com ainda mais racionalidade. Usar o produto no momento correto faz toda a diferença na eficácia”, diz Assuiti, para quem Crop Protection e Digital são tecnologias complementares que maximizam o resultado e permitem uma produção mais responsável e sustentável. 

Nesse contexto, ele enxerga a inserção do digital como uma aliada no uso dos defensivos de forma precisa. “Você usa o produto na hora certa, no talhão certo, com racionalidade. Usar o produto no momento correto faz toda a diferença na eficácia”, diz Assuiti, para quem Crop Protection e Digital são tecnologias complementares que maximizam o resultado e permitem uma produção mais responsável e sustentável. 

O COO da Strider, Gustavo Schaper, enxerga o mesmo movimento. “Agora, a gente consegue ser muito assertivo e preciso. Ganha na eficiência, porque aplica na hora correta. E toda sociedade ganha com isso. Consegue ser direto e preciso com tudo que faz no agro”, finaliza.




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